À minha neta Ana Miguel
Quando contemplo o tempo que contente,
Vejo duas pérolas, de neve e ouro,
Como quem vê em sonhos um tesouro,
Sinto que tenho tudo aqui realmente,
Mas agora, no tempo presente
Vejo um novo rebento, qual anjo louro,
Imagino um jardim sem besouro,
Por que a sonhar também se sente.
O futuro, por ventura, será brilhante,
Desejo, Miguelita, se, assim posso dizer,
Com o coração aberto e sem medo,
Toda a felicidade plena e nobilitante,
Bem como o amor que deves merecer,
Eu quero e posso entender este segredo.
Braga, 5 de Março de 2012 - LG
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