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Mensagens

A mostrar mensagens de maio, 2011

Assim se vê a força do ABC ...

Confesso que é com um pouco de sentimento de culpa que alinhavo este texto, na medida em que, há já algum tempo, tenho andado alheado do acompanhamento desportivo do ABC de Braga. Todavia, neste fim de semana, por um acaso, acompanhei a fase final do Campeonato Nacional de Juvenis que se disputou no Pavilhão Flávio Sá Leite, em Braga. A par do ABC, também participaram o FC Porto, o Sesmaria e o Xico Andebol. Com efeito, desde logo se nota a forte componente do norte do País. Apenas o Sesmaria, em termos geográficos, se situa a sul do Rio Douro, concretamente na zona de Leiria. Não sei o que se passou com o Sporting, o Belenenses e o Benfica. No que concerne aos jogos que assisti, obviamente que foram aqueles em que o Académico participou, destaco o de Sexta-Feira, pois pareceu-me que foi a vitória mais categórica do ABC contra o adversário que me pareceu o mais forte. Em contra partida o que menos gostei, não foi por causa do resultado – empate, mas porque tive a impressão que os joven...

Guerreiros?

Assustado, como se uma sombra o perseguisse, a sombra dos verdadeiros Guerreiros do Minho, o Machado começou a palrar perdendo o tino. Aos poucos foi tropeçando nas palavras e em vez de se referir ao jogo da final da Taça de Portugal, foi dando alfinetadas no SC Braga, que não era tido nem achado na final do Jamor. Jocosa e ironicamente ia falando nos Guerreiros de plástico. Sinceramente desconheço onde o homem queria chegar. Seria dor de cotovelo por não estar em Dublin. Seria inveja afogueada pelo facto da sua equipa, em termos classificativos, na liga, acabar atrás do Arsenal do Minho. Efectivamente, só ele pode explicar a razão. Mas, se calhar, foi pelos dois factores. Recordo-lhe que a inveja é muita feia, é um pecado grave e feio. Esta sua dispersão, devia concentrar-se no jogo que ia disputar, levou ao facto que no relvado do vale do Jamor a sua equipa fosse goleada copiosamente pelo FC Porto. Os choupos, os salgueiros e os pinheiros da mata do Estádio Nacional até nem abanar...

Em Dublin FMI ou FDC.

  Eram cerca das 22,00 horas do dia 17/05/2011, quando cheguei a Dublin. Já era noite cerrada e não se vislumbrava grande azáfama no Aeroporto. Contudo, eram visíveis os avisos, em português, dirigidos aos adeptos bracarenses e portuenses, separando-os tanto no lugar de embarque e desembarque dos autocarros que os levariam dali para as “fans zone”, a fim de evitar eventuais choques entre claques. Dirigi-me para o hotel, que se situava no centro da cidade, após o check in, saí para jantar. Após o mesmo e depois de uma pequena volta para digerir a refeição e desentorpecer as pernas regressei aos meus aposentos. No dia seguinte, bem cedo, pois só tinha aquele dia para conhecer minimamente a capital irlandesa, comecei o meu tour pela cidade. Entre outros locais, fui ao Temple Bar, à O´Connel Street, ao Phoenix Park, ao Croke Park, ao Guiness Storehouse, à Saint Patrick Cathedral, Tinity College, à zona da Great Wheel – onde se concentravam os adeptos do SC Braga e, finalmente, fui A...

Carta aberta ao Presidente da SAD do SC Braga

Presidente da Administração da SAD do Sporting Clube de Braga. Senhor António Salvador Nestes tempos de liberalismo e capitalismo desenfreado, algumas coisas da vida, nomeadamente os direitos consagrados dos sócios dos clubes desportivos, desde afirmar que eles são a sustentação, consequentemente, são as traves mestras dos mesmos até à consideração que devem ter por eles, quem administra o clube. Infelizmente, constata-se que tal paradigma já era. Pelos vistos, os Sócios são incómodos e apêndices que se podem descartar com facilidade. Com efeito, nesta deslocação a Dublin, para assistir à final da Taça da Liga entre o SC Braga e o FC Porto, a Direcção da SAD do SC Braga, fez tábua rasa dos direitos dos sócios. Efectivamente, estou a referir-me ao critério ou falta dele, usado para a venda de bilhetes para a já mencionada final. Realmente, não foi atribuída qualquer prioridade aos sócios em geral e aos de lugar anual em particular. Não foi colocado à venda nenhum bilhete dos mais ba...

Vamos a Dublin.

  Era uma vez um treinador de futebol, jovem e inteligente, sabedor de muitas técnicas e estratégias futebolísticas que ingressou numa equipa, denominada pequena, que vestia de vermelho e se sediava no norte do país. As batalhas que iria enfrentar, pareciam e eram na verdade muito difíceis. Todavia, conseguiu incutir no espírito dos seus comandados toda a garra, todo um querer e o sentimento de conquista que um guerreiro necessita para enfrentar os mais temerosos adversários. Os confrontos arribaram, ocorreram nos mais variados campos, terras altas escocesas, Andaluzia ardente, estepes frias ucranianas, terras acauteladas inglesas, campos gelados polacos e perigosa arena sérvia. Contudo, em todos eles os Guerreiros do Minho, quais Magriços de Inglaterra, saíram a contento das suas gentes. Mas para chegar a Dublin, palco final do evento, faltava a derradeira peleja. Com efeito, desta vez o embate seria o mais difícil de todos, na medida em que o opositor era demasiado conhecido e...