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Mensagens

A mostrar mensagens de 2013

Omar, onde a saudade castiga mais...

Omar, onde a saudade castiga mais... Era mais um dia para cortar no calendário, era o centésimo dia que passava em Omar, era, por mera coincidência, o dia de São João do ano da graça de 1972. Efetivamente acordei cedo, com a sensação que o dia não me ia correr bem e com a lembrança saudosa da noite anterior, em circunstâncias normais estava-me a deitar e não a levantar, pois tinha sida a noite de véspera de São João, em Braga. Na minha cidade, esta noite é muito especial, goza-se a festa até ao raiar do dia. Mas a realidade era outra, estava na guerra. O meu grupo de combate encontrava-se de serviço à recolha e distribuição de água, seriam cerca de 4,30 horas, o sol já se vislumbrava para além da escarpa do planalto maconde. As berliets, três, carregadas com bidões de 200 litros, sendo certo que cada uma levava um atrelado com um depósito de cerca de 600 litros de capacidade, já se encontravam alinhadas junto ao portão sul, com o motor a trabalhar. Após a verificação das arm...

Contribuição humana do Bairro da Misericórdia para a guerra colonial

Contribuição humana do Bairro da Misericórdia para a Guerra Colonial. Antes da narração, para os que não sabem, o Bairro da Misericórdia, situa-se na Freguesia de São Vicente, em Braga, foi iniciada a sua edificação ainda nos anos quarenta do século passado, pela Santa Casa da Misericórdia de Braga. Tem uma rua principal (Dom Francisco de Noronha), liga a Rua Abade da Loureira à zona da cadeia, e as restantes nasceram a este e a oeste da mesma. Embora atualmente todas sejam alcatroadas ou empedradas, durante anos as ruas laterais era terra batida. A sua ocupação iniciou-se em finais do ano de 1949, princípios do ano 1950. É composto por cerca de duas centenas e meia de residências, todas elas geminadas aos pares, a maior parte em duas e algumas em quatro, variam entre T2 e T4, estes últimos são duplex, contudo todas possuem, nas traseiras um pequeno quintal e, no princípio da ocupação todos os locatários, na frontaria das casas montaram um pequeno jardim que dava um aspeto bas...

Pedro Luís, 8 Abr 2013

Ao Pedro Luís Feliz sina, como a mão que a guia, Com tanta perfeição, provida de arte, Coube-me sempre a melhor parte, A descendência sempre me sorria. Inúmeros faróis a servirem de guia, Voando na vida, sempre a adorar-te, Mil razões existem para louvar-te, Agradecimentos são a maioria. Bem-vindo a este mundo, Pedro Luís, Jamais te falte carinho e boa sorte, A fineza e o amor sejam o teu destino, As bem-aventuranças te façam feliz, Cerquem o teu percurso com recorte, Mui querido e sempre amado menino. Braga, 9 de Abril de 2013 Avô Luís

João Pedro: Revelação tardia ou má perspectica do scouting.

Revelação tardia ou má perspectiva do scouting. Como braguista, trago este tema à discussão em virtude do João Pedro aparecer na equipa principal do SC Braga já com vinte e sete anos de idade, não obstante ter sido formado no clube. Dirão alguns comentadores ou observadores que esta é a idade que, em termos gerais, o atleta de grande competição (futebol) atinge o auge das suas capacidades, consequentemente, é normal o atleta só aparecer agora. Esta afirmação, com boa vontade, será a regra. Todavia, todas elas possuem excepção e o João Pedro é claramente um caso que não se encaixa na regra. A meu ver, ele sabe muito bem a minha opinião, já há muito tempo merecia estar na 1ª Liga ou no estrangeiro a competir ao mais alto nível, valor capacidade não lhe faltavam. Não julguem que esta minha opinião é de agora. Efectivamente ainda no Século passado, antes do início da época futebolística 1999/2000, fui contactado por um amigo e colega de profissão, que me questionou se haveria hi...